Ter um aquecedor instalado em casa faz diferença quando falamos de conforto – afinal, banhos quentes relaxam e lavar a louça no inverno pode ser um problema. Usá-lo é extremamente fácil, já que basta abrir a torneira e pronto, a água sai esquentada; no entanto, existem diversos fatores a serem analisados antes de realizar a compra.

Deve-se verificar o lugar da instalação e o tipo de tubulação da residência para assegurar a escolha do modelo ideal. É preciso, também, saber qual gás, GN (Gás Natural) ou GNP (Gás Liquefeito de Petróleo), abastece a casa e a pressão da água, porque cada modelo tem suas especificidades.

Além das características físicas da residência, você deve conhecer as diferenças e características dos modelos no mercado para escolher aquele que se adequa mais às suas necessidades. Então, decidimos esclarecer alguns conceitos que devem ser levados em conta nesse processo.

Mecânico x Digital

O aparelho mecânico com um visor digital é diferente do digital de fato. No caso do primeiro, a chama se mantém fixa. Isso significa que, independentemente da quantidade de água que será aquecida, seja ela proveniente de uma torneira, um ou dois chuveiros, a temperatura permanecerá a mesma. Assim, se diferentes pessoas estiverem tomando banho ao mesmo tempo, aumenta-se a vazão, mas a água poderá ficar menos quente.

Já com o aquecedor digital, tal situação não acontece. A intensidade da chama, estabelecida pelo usuário, é regulada conforme o aumento da vazão. Por este motivo, a temperatura escolhida será mantida para todos que estiverem mexendo com água.

Consequentemente, o mecânico terá uma eficiência menor que este outro, já que a tecnologia do segundo permite a utilização proporcional de gás para a quantidade de água usada. Esse recurso justifica o maior preço dos digitais.

Exaustão natural x forçada

Nos aquecedores de exaustão natural, os gases produzidos são expelidos espontaneamente. Eles funcionam a pilha e, por isso, não dependem da eletricidade, o que os tornam muito viáveis em dias de queda energia.

Além disso, seu uso não pode ser feito em apartamentos acima do 3º andar, porque seu funcionamento é mecânico, levando ao apagamento da chama em alturas elevadas. Estes modelos têm a potência de 8 a 22 litros/minuto, portanto eles atendem um banheiro, mas conseguem suportar dois chuveiros com vazão de até 8 litros.

Os aquecedores de exaustão forçada, por sua vez, possuem uma ventoinha que força a retirada do CO2 e ajuda a proteger a chama do vento. As opções dependem de energia elétrica para funcionar e são mais compactas e modernas. Em função disso, sua potência é maior – 8 a 43 litros/minuto –, possibilitando o uso de três duchas com uma vazão máxima de 10 litros.

Observação: eles não podem ser usados em casas em que a água vem direto da rua, porque ela não tem pressão constante, e isto atrapalha o funcionamento correto do aparelho.

Atenção

Considerando as características de cada modelo, temos de reforçar que:

1. Quanto maior a vazão da ducha, maior deverá ser a potência do aquecedor.
2. A escolha da potência depende, também, da quantidade de duchas usadas ao mesmo tempo. Neste caso, o aparelho deve ser no mínimo de 32 litros com duchas de vazão de até 10 litros.
3. Casa e coberturas de prédio precisam de um pressurizador de água, porque sua pressão não será suficiente para fazer o aquecedor de passagem funcionar.

Nós trabalhamos com diferentes modelos da Rinnai, empresa líder em vendas de aquecedores de água a gás. Acesse nosso site ou entre em contato conosco para que nós possamos lhe ajudar a escolher o melhor para sua casa!